Ministério Público investiga operação tartaruga em Pronto Socorro de Franca

Por Patricia Prior

Informe Post – 25/09/2020 | 7h

O Ministério Público está investigando denúncias feitas pela população francana, de uma possível operação tartaruga feita por médicos no Pronto Socorro Municipal Álvaro Azzuz.
A denúncia foi feita na semana passada, quando pacientes precisaram ficar mais de 9h esperando por atendimento médico.

Uma queda de braço entre os profissionais de saúde e a Prefeitura, por causa de pagamentos de salários, pode estar por trás da paralisação,
que é ilegal ocorrer.
Se for constatado que a operação de fato está ocorrendo ou que tenha acontecido em algum momento, o MP pode oferecer denúncias contra a Prefeitura de Franca, o Pronto Socorro,
Médicos e a Diretora do local.
A Secretaria de Saúde disse em nota, que abriu um processo administrativo para investigar.
Mas o Secretário de Saúde ainda não teve acesso a todos os detalhes da investigação,
assim que o tiver, ele promete medidas enérgicas contra o fato.

Os médicos podem ser afastado de suas escalas de plantões, se constatadas as denúncias feitas.
O Secretário ainda disse, que há tempos vem pedindo para o Prefeito Gilson de Souza, trocar o comando do PS.
Mas os pedidos tem sido em vão, já que a atual diretora ocupa cargo de confiança designado pelo Prefeito.

O desentendimento entre o Secretário e o Prefeito Municipal, mostram como Gilson age com seus subordinados e comissionados,
interferindo como quer e acha que deve em seus trabalhos, e retirando a autonomia de um Secretário Municipal, definir quem pode ou não comandar um importante meio de
atendimento a população.

Hoje, o Pronto Socorro Municipal é referência no atendimento de Covid-19 na cidade.
Cada hora de espera amais, pode significar a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa, o que não entendeu ainda o Prefeito.